Você pode decidir pela troca quando o atendimento não acompanha o negócio, as informações não chegam com clareza ou o escopo deixou de atender à operação. Uma boa transição começa com organização, não com pressa.
Comece pelo motivo da mudança
Liste o que não está funcionando e o que espera da nova contabilidade. Prazo de resposta, nível de orientação, rotina trabalhista, relatórios e canais de contato ajudam a comparar propostas com critérios objetivos.
Mapeie a situação da empresa
Regime tributário, atividades, faturamento, empregados, parcelamentos, certidões e obrigações em andamento formam o contexto mínimo. A nova contabilidade precisa conhecer esse cenário para dimensionar o plano.
Organize documentos e acessos
- Contrato social e alterações;
- Inscrições e licenças;
- Relatórios contábeis e fiscais;
- Folha, admissões, férias e obrigações trabalhistas;
- Procurações, certificados e acessos;
- Comprovantes de entregas, parcelamentos e pendências.
Defina quem responde por cada período
É importante registrar até quando a contabilidade anterior executa rotinas e a partir de quando a nova equipe assume. Isso reduz lacunas, duplicidade e dúvidas sobre documentos pendentes.
A mudança elimina pendências?
Não. Trocar de contador não apaga débitos, atrasos ou inconsistências. O que muda é a forma de diagnosticar, priorizar e acompanhar a regularização. Antes de prometer solução, a Fagon verifica o cenário.
O que avaliar no novo parceiro
Compare escopo, canais de atendimento, rotina de envio de documentos, prazo de resposta e experiência com o perfil da sua empresa. Preço importa, mas precisa ser lido junto com o nível de acompanhamento.
